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Uma Mensagem de Deus Para Você!

 Caro amigo leitor, paz seja contigo!

Pode te parecer estranho, mas o assunto representado neste estudo é de suma importância e pode muito te interessar, pois, comparando-o com as Escrituras, verás que não se trata de meras interpretações individualistas, mas de uma mensagem de expressiva conformidade bíblica.

O tema em questão está de tal modo arraigado nas Escrituras que já nos sentimos plenamente seguros de tudo o que propomos aos nossos leitores. A mensagem do Reino de Deus é maravilhosa! Imagine habitar em um lugar pleno de paz e harmonia; um paraíso onde reinará o amor, a justiça, distante das calamidades, sem conflitos e sem as intempéries climáticas. Pode até parecer utopia, mas essa é a mensagem que a Palavra de Deus nos assegura.

Jesus falou desse lugar ao ladrão que estivera crucificado ao Seu lado, dizendo-lhe no original grego: "...Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo hoje que estarás comigo no paraíso." Lucas 23:42,43. (Versão grega original).

Observe que o ladrão arrependido pede a Cristo: Lembra-Te de mim quando entrares no Teu Reino. E Jesus, então, oferece-lhe o Paraíso. A verdade é que o Paraíso não é outro lugar. As profecias mostram, com riqueza de detalhes, uma Terra restaurada, onde os santos reinarão com Cristo durante os mil anos. "Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos. 

As promessas de Deus!

Então a terra dará o seu fruto e; Deus, o nosso Deus, nos abençoará.    (Sl 67. 6).

É notável a rapidez com que as coisas acontecem no mundo ultimamente. As coisas estão acontecendo mais rapidamente em todos os sentidos; na comunicação, no transporte, na produção de alimentos, na produção de equipamentos e tecnologias, enfim, todo se move com uma velocidade assustadora nestes últimos tempos.

A Bíblia, verdadeira Palavra de Deus, descreve um período de tempo com essas características que são próprias dos tempos que estamos vivendo. Se de um lado esse desenvolvimento todo é benéfico para a humanidade, de outro, o aspecto é ruim, e os resultados negativos vão também aparecendo com maior rapidez. A devastação da natureza; o aumento da poluição; a desertificação de áreas antes florestadas, tráfico e venda ilegal de animais silvestres e a exploração dos recursos naturais.

Tudo isso causa um impacto descomunal no meio ambiente e a resposta da natureza é, inevitável, assustadora, e também muito mais rápida. Uma geleira que demorou milhares de anos para se formar, em pouco tempo se derrete e se transforma em águas. Da mesma forma, uma floresta, de cuja fauna e flora depende a vida de seres vivos, os quais promovem o equilíbrio dos ecossistemas, dentro de pouco tempo pode ser varrida da face da terra, desencadeando uma série de imprevistos, sinistros e variações climáticas. Assim, muitos seres vivos que dependem delas para viver, sem proteção, e à mercê de seus predadores, entram em extinção em seu próprio habitat.

Não há como diminuir o acelerado ritmo do mundo atual. Uma notícia que antes demorava meses para circular uma cidade, agora, pode propagar-se pelo mundo inteiro em questão de segundos. Eis aqui uma indagação que não cala: qual a vantagem desta correria toda? Uns correm para se dar bem, e ganhar dinheiro de forma rápida. Outros, em alta velocidade, correm para gastar dinheiro, impulsionados pela mídia que, insistentemente, promove o consumismo desenfreado e inconsequente a fim de garantir os seus lucros. Aliás, essa é a palavra chave "consumismo". Quanto mais se consome, mais se tem que produzir; e quanto mais se produz, mais se tem que tirar da natureza; e quanto mais se tira da natureza, fica mais difícil repor e a batalha pela preservação fica a cada dia mais invencível.

Pelo visto não está dando muito certo essa onda de conciliar consumismo e proteção ambiental. Eu explico: não está dando certo, até porque esta não é a preocupação da grande maioria. São poucos os que realmente topam fazer algum sacrifício a fim de evitar exageros e desperdícios. Isto é fato... A batalha pela diminuição do aquecimento global (efeito estufa) está sendo infrutífera, e os resultados confirmam as palavras dos profetas bíblicos que falaram inspirados pelo Espírito Santo há milhares de anos.

Isaías 24.4-6 é um bom exemplo. Trata-se de uma profecia referente a este período de tempo pelo qual o mundo haveria de passar. É fantástico! Com o cumprimento das profecias, o que tiver de ser, será. Quem viver, verá! Ou ainda, quem sobreviver, verá. – Disse Ele: "A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra. Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram a aliança eterna. Por isso a maldição consume a terra; e os que habitam nela serão desolados; por isso serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão" (Isaías 24.4–6).

Um dos textos que dão suporte a este entendimento está em Gênesis 9.11, em cujo desígnio o Criador estabelece um pacto com a criação, e anuncia que nunca mais destruirá toda carne da face da Terra, como fez àquela geração. "Convosco estabeleço o meu pacto; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra" (Gênesis 9.11).

O Criador, na Sua infinita misericórdia, sentiu profundamente por haver destruído toda a criatura, ainda que se tratasse de pessoas excessivamente pecadoras. Desta sorte, o Eterno estabeleceu um pacto com a humanidade de não mais destruir a toda a carne da face da Terra. Jesus, ao profetizar os dias da Sua volta, confirma as palavras do Pai, quando afirma: "aqueles dias serão abreviados, e, se não fossem abreviados aqueles dias", disse o Mestre, "nenhuma carne se salvaria. (Mateus 24.22).

O Mestre cita os escolhidos como o agente provocador da iminência de Sua volta. Ele diz: "...mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias". Os escolhidos, a quem Jesus se refere, são os salvos; os que O servem em toda a verdade, ou seja, a noiva, a esposa do Cordeiro. Os salvos são representados na Bíblia como trigo, e para que este não seja destruído com o joio, os dias de tribulação (o Armagedom), serão abreviados, apressando a volta de Cristo, e assim, abrindo a oportunidade para que, pessoas não salvas, sobrevivam em corpo carnal e entrem para o milênio como vassalos no reino de Cristo. 

O texto de Isaías deixa bem claro que, apesar da grande destruição que se abaterá sobre os habitantes da Terra, ainda assim, poucos homens sobreviverão. Mas, como sobreviverão estes? Há quem atribua esta classe à igreja salva. Mas a Igreja não é contada como sobrevivente. Ela é a noiva, a esposa do Cordeiro, portanto, já estará salva no instante do retorno do Messias. "Regozijemo-nos, e exultemos, e demos-lhe a glória; porque são chegadas as bodas do Cordeiro, e já a sua noiva se preparou" (Apocalipse 19.7).

A Palavra de Deus é tão precisa em suas previsões que nos causa admiração. No livro do Profeta Daniel, capitulo 12 está escrito: "muitos correrão de uma parte para outra, e a ciência se multiplicará" (Daniel 12. 4). Esta passagem vem confirmar o que temos dito. Como predisse o profeta Daniel, a ciência, em relação aos tempos, se multiplicaria. Ora, não é exatamente o que vem acontecendo com o mundo presente?

Mas nem tudo está perdido. Deus reserva uma promessa aos seus escolhidos, e aqueles que Nele confiam, habitarão a Terra e viverão nela eternamente. O livro profético do Apocalipse, no capítulo 11, apregoa um futuro semelhantemente maravilhoso para o Planeta Terra. O texto assegura que, naquele dia (os reinos do mundo passarão para as mãos de nosso Senhor e do Seu Cristo, e ele reinará para todo o sempre). (Apocalipse 11.15).

Não é mesmo maravilhoso? Trata-se do Reino Milenar de Nosso Senhor Jesus Cristo. Esse Reino já foi anunciado desde os tempos antigos pelos profetas do Altíssimo. Uma promessa confirmada por Jesus, em várias passagens do evangelho, e ratificada depois pelos apóstolos. Outro exemplo que não deixa dúvida, a oração que Jesus Cristo ensinou. (Pai Nosso). Lembramos que, ao orar, o Filho de Deus pronuncia as seguintes palavras: "VENHA O TEU REINO, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu" (Mateus. 6.10).

Ora, por que oraria Jesus pedindo ao Pai "venha o teu reino" se na verdade o reino não estivesse porvir? Os textos lidos fortalecem nossa fé, e ao dizer "seja feita a tua vontade assim na terra como no céu, o Mestre deixa clara a promessa de um reino, aqui mesmo, na Terra, do qual Ele próprio será o grande Rei.

Como Entender o capítulo 14 de João?

Sempre que o assunto envolve a salvação, a primeira coisa que vem à mente humana é subir ao Céu e tomar posse das moradas celestiais. Mas à luz da Palavra de Deus, essa teoria não tem consistência alguma. O texto principal para suportar esta crença está no evangelho de João, capítulo 14 versículos 1-3. Vejamos cuidadosamente o que disse o Mestre dentro daquele contexto: "Na casa de meu Pai há muitas moradas," Isto quer dizer que as moradas já estavam preparadas. Se não estivessem preparadas, o Mestre teria dito: "Vou preparar-vos lugar." Em seguida, disse: "E se eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo" – Lembre-se, Ele disse: "vos levarei para mim mesmo."

Levar para onde? Para o Céu? Isto é o que imaginam aqueles que esperam o Céu como recompensa. Porém, analisando melhor, veremos que em nenhum momento o Mestre promete levar os discípulos para o Céu. Ao contrário, Jesus promete levá-los para onde Ele estiver: "...e vos levarei para mim mesmo para que onde eu estiver estejais vós também."

Para compreender melhor o que realmente disse Jesus aos Seus discípulos, é necessário analisar a origem da conversa e seu desenrolar em todo o contexto. Tudo começou a partir de uma conversa entre Jesus e os judeus, ainda no capítulo 7 de João.

Falando aos judeus, Jesus deixou claro que para o Céu ninguém pode ir. "Disse, pois, Jesus: Ainda um pouco de tempo estou convosco, e depois vou para aquele que me enviou. Vós me buscareis, e não me achareis; e onde eu estou, vós não podeis ir. Disseram, pois, os judeus uns aos outros: Para onde irá ele, que não o acharemos? Irá, porventura, à Dispersão entre os gregos, e ensinará os gregos? Que palavra é esta que disse: Buscar-me-eis, e não me achareis; e, Onde eu estou, vós não podeis ir?" (João 7:33-36). Os judeus eram homens conhecedores das profecias, no entanto, ficaram confusos quando Jesus lhes disse que ia para Céu. Isto mostra, categoricamente, que, a crença de morar no Céu não tem suas raízes nas Escrituras Sagradas. Não somente os judeus, mas também os discípulos de Jesus, estranharam essa conversa do Mestre. Um pouco mais adiante, Jesus disse o mesmo aos discípulos e eles sequer sabiam do que o Mestre lhes falava.

Quanto aos judeus, no entanto, ficaram tentando adivinhar para onde Jesus iria, e porque não podiam acompanhá-Lo. Pensaram até na possibilidade do Mestre ir para os dispersos entre os gregos. Se o ensino de morar no Céu lhes fosse conhecido, e fizesse parte dos ensinamentos de Jesus, estes não concluiriam logo que Jesus estava falando de ir para o Céu?

Diante disto, caro amigo leitor, sugerimos que preste bem atenção nos próximos passos da conversa de Jesus com os judeus, e verás que, para onde Ele ia, ou seja, para o Céu, ninguém poderia acompanhá-Lo, em mesmo os Seus discípulos. Vejamos outro diálogo confirmado o assunto: "Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Eu me retiro; buscar-me-eis, e morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, vós não podeis ir. Então diziam os judeus: Será que ele vai suicidar-se, pois diz: Para onde eu vou, vós não podeis ir? Disse-lhes ele: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo." (João 8:21-23).

Notem, portanto, a razão pela qual eles não poderiam seguir Jesus. ".....vós sois debaixo, eu sou de cima"; disse o Mestre, "vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo." Está bem claro que Jesus podia voltar ao Céu, porque Ele havia descido de lá. Esta é a razão. Cristo, porque veio de Deus, poderia voltar para Deus, mas o homem, por ter vindo da terra, não pode ir para o Céu. "O primeiro homem, Adão, sendo da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu." (1 Coríntios 15:47).

Certamente alguém dirá: é claro que os judeus não podiam ir para o Céu, porque não criam em Jesus e não se converteram de seus pecados, mas os salvos irão. A questão aqui não é a condição em que eles se encontravam, e sim, o fato de Cristo lhes assegurar: "... para onde eu vou não podeis vos ir.". Não se trata da condição ou circunstâncias. Neste caso "não pode" quer dizer: "é impossível". O que Jesus revelou aos judeus, falou também aos Seus discípulos, dizendo: "Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Procurar-me-eis; e, como eu disse aos judeus, também vo-lo digo a vós agora: Para onde eu vou, não podeis vós ir." (João 13:33).

Como entender a resposta de Jesus a Simão Pedro?

Vimos até aqui uma série de textos confirmando que Jesus não prometeu o céu para ninguém; nem mesmo para os Seus discípulos. Todavia, mediante a insistência de Pedro, Jesus responde: "Então Simão Pedro lhe perguntou: Senhor, para onde vais? Jesus respondeu: Para onde vou não podes seguir-me agora; mais tarde, porém, me seguirás." (João 13:36).

Ora, os discípulos de Jesus não tinham a esperança de ir para o Céu. Jesus nunca lhes deu tal esperança nem lhes ensinou isso. Na verdade, eles nem esperavam que Cristo fosse algum dia se separar deles e ir embora para junto do Pai. Isso fica evidente com a revelação de Jesus, ao afirmar que iria se retirar para um lugar onde eles não poderiam segui-Lo. Pedro entristeceu-se muito com essa revelação de Jesus e insistiu, dizendo: "...Por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida." (João 13:37).

A resposta de Jesus, a Pedro, dá a entender que em outra ocasião o discípulo poderá segui-Lo. A questão aqui é, quando, e, para onde Pedro poderá seguir o Senhor? Bem, Jesus já deixou claro que para o Céu, ou seja, para onde estava indo, e, naquele momento, Pedro não poderia segui-Lo. Mas depois Me seguirás, disse-lhe o Senhor. – Quando e para onde? Veremos o desfecho desse diálogo entre Jesus e Pedro no capítulo 14 de João.

Vendo a tristeza dos discípulos, Jesus tratou de consolá-los, a respeito da Sua partida, dizendo: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (João 1:1-3).

É interessante observar a natureza da conversa de Cristo para consolar Seus discípulos. Ao contrário do que geralmente se pregam, neste texto, Jesus não prometeu levar os discípulos para o Céu. Na verdade, Ele os consolou com a promessa de voltar para eles. "...virei outra vez", disse Ele, "e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (João 1:1-3).

Lembramos que Jesus disse a Pedro: "depois Me seguirás". Aqui Ele confirma: Quando Eu voltar, vos levarei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver estejais vós também. Será nesta ocasião que Pedro O seguirá, não para o Céu, mas para qualquer lugar onde Cristo estiver. Jesus reforça a promessa dizendo: "Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. Ouvistes que eu vos disse: Vou, e voltarei para vós. Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai; porque o Pai é maior do que eu." (João 14:18,28).

É de suma importância observar que, não se trata de uma condição, e nem das circunstâncias. Mediante as palavras de Jesus, vimos que não há a menor possibilidade de alguém ir para o Céu. Cristo foi bem claro: "Para onde Eu vou não podereis vós ir". Isto esclarece que o Céu não foi feito para o homem. Nem para os incrédulos nem para os salvos. Cristo diz: ".....vós sois debaixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo.". Não é porque eram pecadores, e sim, por serem da terra. "Os céus são os céus do Senhor, mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens." (Salmos 115:16).

Onde estará o Messias quando voltar?

Se Ele há de levar Seus discípulos consigo, para onde os levará? Paulo afirma que naquele dia, os santos mortos ressuscitarão, e os santos vivos serão transformados e subirão ao encontro do Senhor nos ares. (1 Tessalonicenses 4. 16,17).

Muito bem, que os santos subirão, nos ares, já não resta qualquer dúvida. Mas, e das nuvens? Para onde irão os que tiverem este privilégio? Irão para o Céu com Jesus? Ou Jesus virá para a terra com os santos? Quando veio primeira vez, Jesus esteve na terra, portanto, é para a terra que Ele prometeu voltar. Regressar é um dos sinônimos do verbo voltar, e significa: tornar ao lugar onde já esteve.

Faria sentido o Mestre vir até as nuvens, e de lá, retornar para o Céu, sem sequer pisar o chão como na primeira vez? Biblicamente falando, das nuvens, Jesus descerá com os santos sobre o Monte das Oliveiras. "Então o Senhor sairá, e pelejará contra estas nações [...] E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras [...] Então virá o Senhor meu Deus, e todos os santos com ele" (Zacarias 14: 3-5).

No Monte Sião: João viu uma visão do Cordeiro sobre o Monte de Sião. Esta visão se cumprirá na volta do Messias, a partir daí, os 144 mil escolhidos O seguirão para onde Ele for, conforme lhes prometeu em João 14.3. "[...] e eis o Cordeiro em pé sobre o Monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil... Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá" (Ap 14:1,4).

Entronizado: Das nuvens, o Senhor Jesus virá para ser glorificado na presença de todos os que creram para a salvação. "E quando o Filho do homem vier em sua glória [...] então se assentará no trono da sua glória" (Mt 25. 31). Os doze apóstolos estarão entre os vinte e quatro anciãos. (Mateus 19.28).

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