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Forma de Contribuição na Igreja

Leitura Bíblica: 1 Pedro 5:1-14

Verso Áureo: "Honra ao Senhor com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares. Filho meu, não rejeites a correção do Senhor, nem te enojes da sua repreensão." Provérbios 3:9-11.

Objetivo: Estudar os Princípios de Fé das Igrejas Deus. Nesta lição veremos o vigésimo sétimo ponto doutrinário das Igrejas de Deus, sob o título: "Forma de Contribuição na Igreja".  Gen 14:18-20; 28:20-22; 1 Cor 9:7-13.

Introdução: Diante da tempestade que muitos levantam em torno do dízimo, vimo-nos no dever de expressar o que pensamos em relação a esta forma de contribuição. Ao mesmo tempo, analisar até aonde a Bíblia dá suporte à sua cobrança, especialmente, dentro da mensagem messiânica da Nova Aliança. A Bíblia, na verdade, principalmente no Novo Testamento, não oferece subsídios contra ou a favor do dízimo. O que geralmente se vê, em torno desse assunto, é muita polêmica e sensacionalismo tanto da parte daqueles que defendem quanto de quem combate o dízimo.

              A politicagem contra ou a favor do dízimo perverte a verdade e coloca em cheque o interesse dos sinceros. Com a intenção de convencer os fiéis a dizimar, oradores apelam até mesmo para lei de Moisés, isto é, lei que pregam como abolida por Cristo, mas em vigor quando o assunto envolve arrecadação. A única passagem no Novo Testamento que cita o dizimo como forma de contribuição é Mateus 23:23, referindo-se ao sistema da lei mosaica. No texto acima, Jesus falava àqueles que estavam sob a lei levítica, logo, o referido mandamento não tem o mesmo peso na Nova Aliança.

               Pessoas contrárias à contribuição por meio do dízimo alegam que Cristo nunca ordenou tal cobrança aos Seus apóstolos. Com isso estamos de acordo, porém, entendemos que Cristo também nunca falou contra o dízimo. É comum depararmos com artigos combatendo essa forma de contribuição, o que nos leva a questionar: por que combatem tanto algo que Cristo nem os apóstolos combateram? Por sensacionalismo? Talvez. A verdade é que muitos combatem o dízimo, mas defendem outras formas de contribuição até mesmo mais lucrativas.

Da mesma forma questionamos a cobrança do dízimo por força da lei. Há quem pregue contra a lei, mas usam-na para defenderem a cobrança de dízimos. Cristo nunca fez isso. Embora confirmasse a importância do dízimo, para Jesus isso não era o mais importante da lei, e sim, exercer o juízo, a misericórdia e a fé. Mateus 6:33;23:23; Lucas 11:42.

              Ao contrário de Jesus, muitos colocam o dízimo em primeiro plano, quando Cristo recomenda buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça. Isso ensina que nenhuma contribuição deve ser imposta por influência do mandamento levítico, mas também não deve ser condenada quando feita de livre e espontânea vontade. Porque Paulo também diz: "não atarás a boca do boi que debulha". Paulo diz ainda que viver do evangelho é um direito do obreiro, mas nada deve ser feito por imposição. "Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar?" 1 Coríntios 9:6; Mateus 6:33; Lucas 12:31.

QUESTIONÁRIO

               1. Como Paulo defendeu o seu direito no evangelho? 

COMENTÁRIO: Paulo não se valia da lei para obter benefícios da igreja, mas citou uma forma bem parecida com o que a lei determinava. 1 Coríntios 9:8. Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos. Provérbios 3:1.

               2. Como se contribuía no sacerdócio de Melquisedeque?

 COMENTÁRIO: No sacerdócio de Melquisedeque o dizimo já era praticado, mas não havia uma lei regulamentando tal cobrança compulsoriamente, como se fazia no sacerdócio levítico. Hebreus 5:10;7:5, 11; Salmos 110:4; Hebreus 7:15,16.

              3. Que ordenou Jesus aos Seus discípulos quando os enviou?

 COMENTÁRIO: Jesus ordenou que Seus discípulos nada levassem na missão, mas recebessem de bom grado tudo que lhes dessem seus hospedeiros. O exemplo de Cristo é o reflexo do sistema de contribuição no sacerdócio de Melquisedeque. Abraão não deu dízimo por imposição, mas voluntariamente. O mesmo fez Jacó, que se comprometeu a dar o dízimo votando fidelidade a Deus. Gênesis 14:20;28:20-22; Hebreus 7:4; Lucas 10:4

 

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